Evolução do c-commerce e o bye bye ao 'valor inbox'

A Mlabs divulgou um infográfico sobre a evolução do c-commerce. Não, você não leu errado e nem a gente trocou as letras. É c mesmo. C de conversação.


Desde o início da pandemia, um dos pontos mais abordados na economia é a relação de consumo no mundo todo e como esta relação tende a mudar.


Pra onde vai, ninguém sabe. É mole falar de fraternidade quando a coisa toda tá latente, ânimos sensíveis e a escassez batendo na porta. O exercício real virá já já, quando a engrenagem voltar à rotina. Aí a gente vai saber pra que lado a economia ruma e como o consumo se apresentará.



A partir deste gráfico, a gente só atesta o que já fala há tempos para você que empreende e usa plataformas como o Instagram e o Facebook para se conectar com prospects e clientes e divulgar seus produtos ou serviços:


ZERE o ruído de comunicação com seus prospects/clientes. Zere o ‘valor inbox’, ‘te mandei inbox’. Em tempos atuais, isto não cabe mais para o varejo de produtos e serviços tabelados. Atenda ao que o cliente BUSCA. E atenda rápido.

Anos atrás, o pretexto era o mesmo “Ah, mas o cliente que chega ao meu perfil precisa entender antes sobre o VALOR da minha marca e não o meu preço”.


Já era. Por quê?


“Com a conveniência on-the-go e on demand que o celular oferece, as pessoas agora têm tolerância zero ao atrito. De fato, 58% das pessoas pesquisadas em todo o mundo agora consideram mais a conveniência do que o preço ao decidir onde comprar. (...) A eficácia do c-commerce é impulsionada principalmente pela execução: os consumidores esperam que as empresas respondam rapidamente e forneçam respostas úteis.” - @rkiso (Mlabs) Consultoria gratuita em forma de exercício pra você fazer aí:


Se um prospect entra no seu perfil (que enaltece o valor conceitual ao invés do preço ($) de um produto) buscando de cara o preço, seria este prospect seu público-alvo?


Se o prospect que chega ao seu perfil depende de um preço não exposto para entender o valor (conceito) da sua marca, estaria sua marca trabalhando o branding correto na plataforma ou estaria com ruídos?


Pensa aí...


Não largue o cliente no deserto


Você já foi impactadx por um patrocinado no instagram, clicou no perfil, curtiu um produto e na hora de comentar com uma dúvida percebeu que há semanas a empresa não responde os comentários e que tem várias perguntas de outras pessoas largadas ali, clamando no deserto juntinho da sua?


Nós duas aqui já passamos por isso. Muitas vezes.


Tudo isso é atrito e é o que você deve evitar gerar aí.


Os consumidores aprenderam a ter ATENDIMENTO não apenas online, mas, real time. Viu, quer, contacta, compra.


A conversão não se aplica apenas ao fator imediatismo. Ela está 100% atrelada ao fator TRANSPARÊNCIA. E o gatilho do ‘te mandei inbox’ / “valor inbox” é diferente de um ATENDIMENTO via chat no WhatsApp. Sabe por quê?


A fase 1 de impacto é o post e, hoje, anos depois das primeiras pessoas iniciarem o gatilho de levar o prospect pro inbox pra convencer ou iniciar ‘aproximação’, ninguém mais quer isso.

A fase do chat é a fase que segue ao post por uma questão lógica de ‘se vira do jeito que dá no meio do fuá’, é a RESOLUÇÃO, é onde o pagamento é combinado, a entrega é acertada porque, neste momento de urgência, o comunicador instantâneo tem a ‘missão’ de resolver urgências. Ou seja: ele foi adotado como CONVERSÃO.


Percebe a diferença?


No ‘te mandei inbox’ o prospect entende que está entrando na jaulinha pro abate contra a vontade dele.


Ele estava ali, no feed, disponível para ser impactado com a foto/ a legenda/ o story/ o IGTV e dizer QUERO.


Você deu a ele mais uma oportunidade de ruído: ‘não, amigx, não será assim tão fácil. Deixa eu te levar ali pro cantinho porque vou te convencer de outro jeito e não quero que ninguém saiba o quanto te cobrarei por isso”.


Tem mais uma quebra de tese aqui: a maioria dos perfis que vendem coisas TEM e-commerce, gente. Olha que bobagem trancar o preço... quem estiver a fim MESMO do seu produto, clica no link do e-commerce.


Sabe o que a gente já viu aqui? Pessoa que ficou tão #chateada com a falta de transparência da marca (era roupa) que foi na loja virtual, viu o preço, se deu ao trabalho de voltar ao feed e comentar abertamente “Gente, a calça custa XXX”. Pronto. A marca ou teve decência de não remover ou tinha um atendimento ao cliente tão deficiente que nem viu, porque o comentário ficou exposto.


Mas, e se a/o cliente não quiser dar o telefone exatamente pra não ter mais um contato mandando coisas, no WhatsApp?


Aí, tem um jeito bem simples de resolver: INTERAJA. "Olá, NOME. Você prefere que a gente te passe as infos por aqui ou por WhatsApp? Posso chamar você via inbox?"


Faz TODA diferença. TODA.


Consumidor não é tolo. E, fora todas as horas em que somos vendedores do nosso produto/serviço, somos consumidores. Você gosta de ser tratadx de forma tola? Nós não.

A conversão é uma realidade. GENTE QUER SE CONECTAR COM GENTE. Seja por chat na loja, seja por comunicadores como o WhatsApp, é um caminho descoberto e abraçado.


Como você está lidando com o C-Commerce aí?

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